Talvez não festejando mais um Natal, mas fazendo com que seja o primeiro, aquele que encanta e fica na memória para sempre.
Natal, a festa da paz. Sim, a paz mundial é possível. Mas é o resultado da paz entre os indivíduos. Para fazer a minha parte basta um pouco de boa vontade. É só procurar a pessoa com quem estou de relações rompidas... e propor a reconciliação. Exige coragem e muita humildade. Mas quem já experimentou a alegria conseqüente, sabe que vale a pena!
Natal é a festa da família, pois é a festa da Sagrada Família. Para não perder a esperança de que ainda é possível salvar a família, basta modelar as famílias segundo aquele protótipo, a Família de Nazaré. Criar espaços para reforçar a unidade familiar, partilhando mais profundamente as alegrias e dificuldades.
Natal, a festa da fraternidade. Tempo ideal para atuar os grandes valores da convivência humana: confiança, solidariedade, comunhão de bens... Ocasiões não faltam: convidar para os festejos alguém que nunca teve ocasião de festejar, visitar alguém que mora só, um conhecido doente, um hospital, uma casa de órfãos ou de velhinhos: basta levar um pouquinho de amor.
Natal, a festa da unidade: aquele menino que festejamos veio à terra "para que todos sejam um". Por isso podemos acreditar na unidade entre gerações, entre as categorias sociais, entre as raças, entre os cristãos separados, entre fiéis de religiões diferentes, entre os povos. Jesus sonhou não menos do que isso. E se ele estiver entre nós, o Natal será perene e a unidade se fará.
Diz Chiara Lubich : " Aproxima-se o Natal. Vivamo-lo como se fosse o primeiro e o mais belo Natal... Que Jesus Menino nos indique as virtudes que sustentam e nutrem a caridade: a humildade, a pobreza, o esquecimento de si ...Coragem, então! Vamos em frente. O mundo é de quem ama, de quem melhor sabe demonstrar o amor".
Pe. Paulo Profilo, SDB
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